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Luersen defende manutenção de alimentação para servidores da saúde

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    O líder do PDT na Assembleia Legislativa, deputado estadual Nelson Luersen, participou nesta terça-feira (21/11) de reunião da Comissão de Saúde da Casa que discutiu a decisão da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) de cortar, a partir do próximo dia 30, o fornecimento de alimentação aos servidores da área que não trabalham em regime de plantão nos hospitais e demais unidades da Pasta. A Sesa alega que a medida foi adotada em atendimento a uma normativa do Tribunal de Contas do Estado (TCE).

    Segundo o Sindicato dos Servidores Estaduais da Saúde do Paraná (Sindisaúde/PR), a medida retira um direito que vem sendo mantido há mais de 30 anos. Além disso, explica a entidade, muitos locais de trabalho em que esses servidores atuam são distantes da área urbana e sem acesso a qualquer opção de alimentação. Além disso, recentemente a secretaria também proibiu a entrada de servidores com marmitas em instalações hospitalares, alegando risco de contaminação do ambiente. Ambas as medidas atingiriam, inclusive, servidores que cumprem jornadas de trabalho de 8 horas diárias.

    "Recentemente, o Tribunal de Contas aprovou as contas do governo Beto Richa de 2016, com 14 ressalvas, nove determinações e três recomendações, em razão de irregularidades graves, como o não recolhimento das contribuições patronais para o fundo de previdência dos servidores estaduais. Além disso, os servidores já estão sem reajuste salarial, podendo ficar até dois anos sem reposição da inflação, segundo o que pretende o governo", lembrou Luersen. "Achamos que o tribunal deveria rever essa normativa, pois negar alimentação a servidores da saúde - que além disso não podem levar suas marmitas de casa em razão do risco de contaminação do ambiente hospitalar - representaria mais um retrocesso inaceitável", defendeu o deputado.

 

    Na reunião, ficou acertado que representantes da Sesa e do Sindisaúde devem se reunir nos próximos dias com técnicos do TCE para negociar uma saída para o impasse.  

Osmar Dias convoca reunião da direção estadual do PDT do Paraná

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O ex-senador Osmar Dias convocou reunião da direção estadual do PDT do Paraná para a próxima segunda-feira (20/11), em Curitiba. Segundo o líder do partido na Assembleia Legislativa, deputado Nelson Luersen, seguindo orientação do presidente nacional do PDT, a reunião deverá definir a nova composição da Comissão Estadual Provisória do PDT paranaense. "Osmar será reconduzido ao cargo de presidente estadual do PDT, como pré-candidato ao governo do Estado para as eleições de 2018", explica Luersen. 

Luersen em Defesa da Educação e dos Professores PSS

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O líder do PDT na Assembleia Legislativa, deputado estadual Nelson Luersen, condenou a intenção do governo do Estado de reduzir os salários dos professores e funcionários temporários contratados através de Processo Seletivo Simplificado (PSS). Segundo informações da APP-Sindicato e notícias veiculadas pela imprensa, o governo teria planos de reduzir o salário desses servidores em R$ 500,00 para jornadas de 20 horas semanais.

Atualmente, no Estado são mais de 20 mil professores e 11 mil funcionários contratados como temporários, que recebem salários equivalentes a servidores efetivos em início de carreira. "É um absurdo querer tirar direitos de professores e funcionários de escolas que são fundamentais para a educação dos alunos da rede pública de ensino. Estamos ao lado dos professores e funcionários nessa luta para evitar mais este retrocesso", afirma Luersen. 

Pedágio 'sangra' a economia do Paraná há 20 anos, diz deputado Luersen


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Nesta terça-feira (14/11) completam-se 20 anos desde que o então governador Jaime Lerner assinou os contratos de concessão do pedágio nas rodovias do Anel de Integração, em 14 de novembro de 1997. Para o líder do PDT na Assembleia Legislativa, deputado estadual Nelson Luersen, que presidiu a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigou o pedágio, são duas décadas em que a concessão das rodovias vem "sangrando" a economia do Estado, em razão das altas tarifas e do cancelamento ou adiamento das obras de duplicação.

Segundo Luersen, os estudos realizados pela CPI mostraram que desde o primeiro momento, o pedágio gerou muita discórdia, principalmente por parte dos usuários, que não se conformaram com os altos preços praticados. "Os contratos foram altamente prejudiciais à economia paranaense em razão das tarifas. Em termos de obras, inicialmente, eles previam a duplicação de mais de 1 mil quilômetros de rodovias. Mas já em 1998, uma decisão unilateral e eleitoreira do então governador Jaime Lerner que baixou as tarifas em 50%, 'bagunçou' todo o processo, pois as concessionárias foram à Justiça e logo recuperaram os preços. E mais da metade das obras foram retiradas dos contratos ou adiadas, através de aditivos", explica o parlamentar.

   De acordo com o deputado, uma das grandes preocupações da CPI e da Frente Parlamentar Contra a Prorrogação do Pedágio sempre foi cobras das concessionárias a execussão de todas as obras que ainda faltam. "E ainda são muitas. Somente no trecho da BR-376 entre Ponta Grossa e Apucarana, ainda faltam cerca de 200 quilômetros de duplicações a serem feitas até 2021", afirma.

   Nesse período, houve várias articulações por parte das concessionárias para a prorrogação dos contratos. "No entanto, sempre defendemos que as concessionárias concluam as obras previstas nos contratos e que em 2021, seja realizada uma nova licitação, com preços compatíveis com a economia do Estado e com o poder aquisitivo dos paranaenses", defende Luersen.

   Nesse sentido, diz o deputado, foi importante a aprovação de uma lei que prevê que qualquer nova alteração contratual tenha que passar pelo crivo do Legislativo. "Estamos vivendo um período pré-eleitoral e vai caber aos futuros presidente da República e governador tratar desse assunto. Por isso, esperamos que a população paranaense leve isso em conta e faça uma boa escolha, com representantes comprometidos com os usuários das estradas, e não com o poder econômico dos pedageiros e proprietários de concessionárias", alerta o parlamentar. 

Luersen defende Orçamento impositivo para acabar com barganha por emendas

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Termina nesta quarta-feira (08/11), na Assembleia Legislativa, o prazo para a apresentação de emendas parlamentares à proposta de Orçamento do Estado para 2018. O líder do PDT na Casa, deputado estadual Nelson Luersen, pretende apresentar emendas destinando recursos para as áreas de saúde, educação e obras de infraestrutura nos municípios. Ele lamenta, porém, o fato de que o governo não tem atendido essas emendas, ou tem condicionado esse atendimento ao posicionamento político dos parlamentares aos projetos de seu interesse. Por isso, Luersen defende que - assim como já acontece no Congresso Nacional e algumas câmaras municipais - o Orçamento do Estado seja impositivo - ou seja, as emendas tenham que ser obrigatoriamente cumpridas pelo Executivo. E que os recursos para atendê-las sejam retirados orçamento do próprio Legislativo. 

    Por lei, a Assembleia tem direito anualmente a 3,1% do que o Estado arrecada para custear suas atividades. Luersen defende que um ponto percentual desses recursos seja destinado ao atendimento das emendas parlamentares ao Orçamento, de forma impositiva. "Hoje, o governo paga se quiser, e paga condicionado ao voto do parlamentar em plenário sobre os projetos de seu interesse, que muitas vezes são altamente prejudiciais à população", explica o deputado. 

    Segundo ele, o modelo atual faz com que as emendas sejam usadas como moeda de troca para barganha política, em detrimento dos interesses da população. "Os deputados que votam com o governo, muitas vezes são contemplados com indicações políticas, ou com emendas para pequenas obras em suas bases políticas. Em troca, têm que votar favoravelmente a projetos de aumento de impostos, confisco da previdência, congelamento de salários de servidores, venda de ações de empresas públicas. Na minha opinião, esse é um preço muito alto a ser pago, pois esses recursos poderiam ser utilizados para beneficiar a população e os trabalhadores com grandes projetos nas áreas de infraestrutura, segurança, saúde e educação, o que não acontece hoje", afirma. 

 

    Segundo Luersen, o uso de parte do orçamento do Legislativo para o atendimento das emendas parlamentares é perfeitamente viável, já que nos últimos anos, a Assembleia tem devolvido recursos ao Executivo. "Com isso, acabaria o uso das emendas como moeda de troca política. Poderíamos usar um ponto percentual do orçamento da Assembleia - o que significa cerca de R$ 350 milhões anuais, para emendas, com metade para a área de saúde e educação, e as demais livres, dentro dos programas de governo. Emendas para beneficiar creches, Apaes, postos de saúde, hospitais filantrópicos, a área social e projetos voltados ao setor produtivo e à geração de empregos. Sem vinculação política e com liberdade de expressão e opinião do deputado na Assembleia", defende. 

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