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Assembleia discute inclusão digital em audiência com provedores regionais de internet

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    A Assembleia Legislativa promove no próximo dia 2 de maio (terça-feira), uma audiência pública sob o tema: “Provedores regionais de internet no Paraná – Rede Telesul”. O encontro acontece no plenarinho da Casa, às 9h30, e é uma iniciativa dos deputados Nelson Luersen (PDT) e Evandro Araújo (PSC). Segundo Luersen, a intenção é reunir representantes do setor e do poder público para discutir formas de ampliar o acesso à internet e a inclusão digital no Estado.

    O deputado lembra que no Paraná são mais de 500 empresas atuando na área, que geram cerca de dez mil empregos e atendem a 700 mil pessoas. “Além de trabalhar nos grandes centros urbanos, os provedores regionais atendem também nas comunidades rurais e regiões mais distantes, onde as grandes operadoras não têm interesse em atuar. Graças ao trabalho dessas empresas, muitas famílias e jovens estão tendo a oportunidade de usufruir da tecnologia que há alguns anos estava restrito a poucos. Isso significa acesso à informação, educação e chance de desenvolvimento pessoal e profissional para essas pessoas”, destaca Luersen.  Entre os participantes da audiência está Rosauro Baretta, presidente Rede Telesul, uma associação sem fins lucrativos que reúne micro e pequenas empresas do setor.

 

Deputado Luersen defende reabertura, sob vigilância, de empresas interditadas por operação Carne Fraca

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    O deputado estadual Nelson Luersen (PDT) defendeu, nesta terça-feira (11/04), em audiência pública na Assembleia Legislativa, que o Ministério da Agricultura libere a volta ao funcionamento, sob monitoramento, das empresas interditadas após a operação Carne Fraca, que investiga suspeitas de irregularidades na fiscalização de frigoríficos. Luersen afirmou que produtos eventualmente sob suspeita devem ser recolhidos e os responsáveis punidos, sem que isso implique no fechamento de empresas e na perda de empregos gerados pelo setor. A audiência proposta pelo deputado e outros parlamentares para discutir os reflexos da operação e as perspectivas da cadeia produtiva da carne no Brasil reuniu, no plenarinho da Assembleia, representantes do Ministério da Agricultura, Secretaria de Estado da Agricultura, Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), Vigilância Sanitária, Sindicato da Indústria da Carne e Derivados (Sindicarne), Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo), Ministério Público Federal, produtores rurais, entre outras entidades e segmentos interessados.

    “A audiência foi importante para demonstrar mais uma vez que eventuais desvios de conduta praticados por alguns fiscais e empresários investigados pela operação Carne Fraca devem ser identificados e punidos exemplarmente, preservando a cadeia produtiva da carne no Brasil, que segue padrões rígidos de controle sanitário reconhecidos como referência internacional, e principalmente, garantindo a manutenção dos seis milhões de empregos gerados por essa atividade desde a lavoura até a prateleira dos supermercados”, afirmou Luersen.

    O deputado destacou ainda que a procuradora do Ministério Público Federal, Paula Cristina Conti Thá, informou que o inquérito da operação Carne Fraca deve ser concluído no próximo dia 17 de abril. “A nossa preocupação é que aqueles que comprovadamente tiverem agido fora da lei respondam na Justiça, e que se aprimore a fiscalização, mas que se garanta o funcionamento das empresas e a manutenção dos empregos e da renda gerada pelo setor, que exporta para mais de 160 países”, afirmou o parlamentar.

    Luersen ressaltou também que as investigações já comprovaram que não há qualquer suspeita de irregularidades envolvendo a carne em natura produzida pelo País, mas apenas questões pontuais referentes à fiscalização da carne processada. “Quando for identificado algum problema, que se recolha o produto e que a empresa ou servidores públicos envolvidos respondam na Justiça”, defendeu o deputado.

 

    Na avaliação do parlamentar, a operação Carne Fraca foi necessária, mas ao generalizar situações pontuais, a divulgação das investigações teve uma atuação “midiática”, prejudicando a imagem do País no exterior e também no mercado doméstico. “Foram 21 empresas em um universo de mais de cinco mil estabelecimentos comerciais envolvidos. Está mais do que provado de que a grande maioria das empresas atua dentro da lei e com padrões rígidos de controle sanitário”, explicou Luersen. 

Assembleia transfere audiência sobre operação “Carne Fraca” para dia 11

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    Por questões de agenda dos participantes, a Assembleia Legislativa transferiu para a próxima terça-feira (11/04), as 9:00h no Plenarinho da Assembleia Legislativa do Estado do Paraná, a audiência pública inicialmente marcada para o último dia 3, para discutir a situação e as perspectivas da indústria da carne no Brasil e os efeitos da operação “Carne Fraca”, deflagrada pela Polícia Federal na última sexta-feira (17/03), para investigar irregularidades na fiscalização sanitária de frigoríficos. A iniciativa foi proposta pelo coordenador da Frente Parlamentar dos Transportes Rodoviários de Carga e líder do PDT na Casa, deputado estadual Nelson Luersen, em conjunto com parlamentares das comissões de Agricultura e Pecuária; e da Indústria e Comércio da Assembleia. A reunião terá ainda a participação de representantes do Ministério da Agricultura, da Secretaria de Estado da Agricultura, do Ministério Público e do setor produtivo.

 

    Segundo o deputado Luersen, a audiência é uma oportunidade para ouvir todos os envolvidos na questão e deixar clara a importância de se combater e punir exemplarmente eventuais desvios de conduta de empresários e servidores públicos responsáveis pela fiscalização, preservando, ao mesmo tempo, a reputação de excelência da cadeia produtiva brasileira da carne, que reconhecidamente mantém padrões sanitários considerados como referência internacional. “A cadeia produtiva da carne no Brasil gera mais de 6 milhões de empregos, desde a lavoura do milho e da soja, passando pelos criadores até chegar às prateleiras dos supermercados. O foco da operação ‘Carne Fraca’ são as suspeitas de irregularidades e de interferência política na fiscalização, que devem ser combatidas com rigor, e não a questão sanitária, que tem um controle rígido de qualidade”, explica o parlamentar. 

PDT do Paraná confirma pré-candidatura de Osmar Dias ao governo para 2018

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O PDT do Paraná promoveu encontro, na última segunda-feira (27/03), em Curitiba, com a participação do presidente nacional do partido, Carlos Lupi, o ex-senador Osmar Dias e lideranças da legenda de todo o Estado. Segundo o líder da bancada do PDT na Assembleia Legislativa, deputado estadual Nelson Luersen, que também participou da reunião, o encontro serviu para confirmar a pré-candidatura de Osmar ao governo do Estado para as eleições de 2018.

Na ocasião, Osmar fez um relato dos eventos que tem participado pelo interior do Estado, no qual tem ouvido a população para elaborar um projeto de governo. “A pré-candidatura está colocada e não tem recuo, só preciso que os amigos e companheiros nos ajudem fortalecer essa ideia”, afirmou o ex-senador. Ao comentar o cenário político nacional, Carlos Lupi destacou a importância de unir o partido no Paraná em torno da pré-candidatura de Osmar ao governo. Em relação às alianças, ele afirmou que elas serão delineadas mais adiante em face das possíveis mudanças que devem ocorrer na legislação com a reforma política em discussão no Congresso.

Segundo o deputado Luersen, Osmar pretende visitar  os municípios paranaenses, para elaborar um plano de governo que contemple as reais necessidades da população. “Em um momento de profundo descrédito em relação aos políticos, o Osmar é uma das reservas morais e políticas do Paraná. Com seu jeito simples e sincero de ser, ele tem todas as condições de liderar um novo projeto que traga desenvolvimento e promova a igualdade de oportunidades em nosso Estado”, avalia o deputado. 

Deputado Luersen defende regulamentação de parcerias entre Estado e hospitais filantrópicos

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A Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa aprovou, na última segunda-feira (27/03), por unanimidade, parecer favorável a projeto que regulamenta a participação complementar de hospitais filantrópicos e santas casas no atendimento a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) no Paraná. A medida tramita em regime de urgência e deve ser votada em primeira discussão, em plenário, nesta terça-feira (28/03). Integrante da comissão, o líder do PDT, deputado estadual Nelson Luersen, votou favoravelmente à proposta, lembrando que o SUS não pode prescindir hoje das parcerias com os hospitais filantrópicos, que respondem por mais de 50% dos atendimentos hospitalares do Estado e mais de 70% dos procedimentos de alta complexidade.

“A parceria do Estado com os hospitais filantrópicos e santas casas é fundamental para garantir a manutenção do atendimento à população que depende da saúde pública. Até porque os repasses do SUS para os hospitais para atendimentos de baixa e média complexidade e cirurgias eletivas são muito baixos, e estão congelados há anos. Se não houver contrapartida dos governos federal, estadual e municípios, não têm como os hospitais manterem o atendimento”, destacou Luersen, na reunião da comissão.

De acordo com a Sesa, a lei é necessária por conta de uma mudança na legislação federal (lei 13.019/14), que impede o repasse de incentivos a instituições filantrópicas. Pelo menos 98 hospitais estão sendo atingidos diretamente, tendo em vista que o Estado não pode renovar ou formalizar novos contratos e convênios com estas entidades. A regulamentação é uma reivindicação da Federação das Santas Casas de Misericórdia e Hospitais Beneficentes do Estado do Paraná (Femipa), cujos representantes participaram da sessão de ontem da Assembleia e da Comissão de Saúde da Casa para pedir o apoio dos parlamentares ao projeto.

Durante o debate, Luersen defendeu também que o governo do Estado e a Secretaria da Saúde priorizem os investimentos na contratação de médicos e profissionais, ao invés de novas obras físicas. “Muitas vezes o governo gasta em obras desnecessárias, quando o que a população mais precisa é da contratação de mais equipes de médicos especialistas, auxiliares, profissionais capacitados para ampliar o atendimento, e da compra de medicamentos”, avalia o parlamentar.

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