Get Adobe Flash player
Home Notícias

Notícias

LEI DE AUTORIA DO DEPUTADO NELSON LUERSEN INSTITUI A SEMANA ESTADUAL DA SAÚDE BUCAL NO PARANÁ

alt

 

A Assembleia Legislativa promove, na próxima segunda-feira (24/10) às 14:30 horas, o lançamento da Semana Estadual de Saúde Bucal. Ela foi instituída pelo projeto de lei 730/2015 de autoria do deputado Nelson Luersen (PDT), aprovada e sancionada pelo governador no último dia 25. O objetivo, segundo Luersenque integra a Comissão de Saúde da Assembleiaé estimular a promoção de seminários, debates, campanhas e outras atividades que ajudem a conscientizar a população sobre a importância da saúde bucal para a prevenção de doenças.

A lei prevê que o evento será realizado anualmente na última semana de outubro. E que o Estado deve promover convênios com os municípios e as entidades organizadas da sociedade civil interessados em participar dos eventos.

Luersen lembra que a saúde bucal é essencial para se garantir uma boa saúde de maneira geral, permitindo longevidade com qualidade de vida. E apesar do Brasil ter avançado, ainda há muito a melhorar para que o País possa atingir índices adequados de prevenção e cuidado com essa área. Dados do IBGE divulgados no ano passado apontam que o uso de escova de dente, pasta de dente e fio dental para a higiene bucal é feito por apenas 53% dos brasileiros.  Entre as crianças em idade escolar, de 60% a 90% delas têm cáries.

“Com a Semana Estadual, o governo do Paraná, através da Secretaria Estadual de Saúde, poderá promover, em convênio com os municípios e em parceria com entidades da sociedade civil, como o Conselho Regional de Odontologia, uma série de ações com a participação de profissionais da área, que levem à população informações sobre a importância da saúde bucal, com escovação dos dentes após as refeições, uso do fio dental, hábitos saudáveis, alimentação equilibrada e visitas periódicas ao dentista”, afirma o deputado. “Além disso, a semana também promoverá a articulação entre o governo e a sociedade para a destinação de recursos que ampliem o acesso da população aos serviços da rede de atenção básica”, explica Luersen.

Outro problema a ser combatido, afirma o parlamentar, é o câncer bucal, que segundo o Ministério da Saúde, atinge a cada ano cerca de 14 mil brasileiros, com uma média de quatro mil óbitos. As principais causas associadas a essa doença são hábitos nocivos, como elevado nível de ingestão de álcool, uso de qualquer tipo de fumo, má alimentação, próteses mal adaptadas e excesso de sol, entre outros.

“A prevenção e o acesso ao tratamento dentário deve começar na infância, com meta de cárie zero, evitando o surgimento de muitas doenças. Por isso, o programa também deve atingir as escolas, com acompanhamento das famílias, pais e professores, e estímulo à escovação correta, uso do flúor e visitas periódicas aos dentistas que atuam nos postos de saúde e clínicas dentárias da rede pública”, afirma Luersen, destacando que segundo dados do Ministério da Saúde, no Brasil, bebês com idade entre um ano e meio e três anos já têm em média um dente cariado.

O programa também pretende promover políticas públicas para a população de idade mais avançada, que necessita de próteses dentárias. “A intenção é aproximar os cidadãos da rede pública para estimular a prevenção e o tratamento odontológico, bem como das doenças que podem ser evitadas com esses cuidados”, diz Luersen. O lançamento contará com a participação de representantes da Secretaria Estadual de Saúde, Conselho Regional de Odontologia, da rede de saúde bucal e da Comissão de Saúde da Assembleia. 

Eleição trouxe “ventos da mudança”, avalia deputado Luersen


alt

 

 

As eleições municipais de 2016 foram marcadas pelos “ventos da mudança” motivados pelo desencanto da população brasileira com os constantes escândalos de corrupção e a descrença com a política em todos os níveis. A avaliação é do líder do PDT na Assembleia Legislativa, deputado estadual Nelson Luersen, para quem os brasileiros deram um recado claro sobre a necessidade de renovar as práticas políticas do País.

Esse cenário ficou claro em resultados como a eleição para prefeito de São Paulo, aponta o parlamentar, em que o atual prefeito, Fernando Haddad (PT), não conseguiu chegar ao segundo turno, e a disputa acabou vencida pelo empresário João Dória (PSDB), que começou a campanha em terceiro nas pesquisas, e foi eleito no primeiro turno com um discurso de que não era político, mas gestor. “E também em Curitiba, onde o prefeito Gustavo Fruet, reconhecido por todos como uma pessoa séria, com uma administração responsável e livre de qualquer denúncia de corrupção, não conseguiu chegar ao segundo turno em razão da crise econômica e da queda nas receitas, que dificultou a ampliação de investimentos”, diz Luersen.

“O descontentamento com a corrupção instalada em Brasília, a sequência de escândalos do ‘mensalão’ e do ‘petrolão’, o impeachment da presidente Dilma, a decepção com o Lula, levou o eleitor a protestar nas urnas. E o protesto atingiu principalmente aqueles prefeitos e prefeitas que, devido à queda na arrecadação nos últimos dois anos, não conseguiram fazer tudo o que almejavam”, explica.

Luersen prevê dias difíceis para os novos eleitos, já que a crise ainda deve perdurar por algum tempo e o País terá que passar por um longo ajuste para equilibrar suas contas. “O desafio é muito grande, a expectativa do povo é imensa para uma receita que nós sabemos, é baixa, e um cenário econômico que exigirá novos cortes de investimentos”, afirma o deputado. “Nós passamos por uma utopia nos últimos anos. Uma ilusão. Com investimentos sustentados por um dinheiro que não existia. Tanto é que em 2015 a presidente Dilma fechou com um déficit de R$ 170 bilhões e o Temer também vai fechar com um déficit semelhante. Esses déficits levaram o Brasil à falência e alguém teve que pagar a conta. Na eleição, quem pagou a conta foram os governantes dos municípios e seus aliados”, diz o deputado.

Para Luersen, os políticos e administradores têm que entender o recado das urnas e governar com responsabilidade, cortando gastos desnecessários e priorizando o equilíbrio das contas públicas e os investimentos nos serviços públicos essenciais, para que no médio e longo prazo o País possa voltar a crescer, ampliando emprego e renda, e garantindo mais igualdade social.

Deputado Luersen alerta sobre riscos da implantação de pedágio na PR-280 para a economia do Sudoeste


altalt

    O deputado estadual Nelson Luersen (PDT) manifestou preocupação com os riscos de prejuízos para a economia do Sudoeste do Paraná em caso de concessão à iniciativa privada do trecho da rodovia PR-280 e outras entre Realeza e Palmas, como planeja o governo do Estado. A questão foi discutida na semana passada, em uma reunião com representantes do governo e algumas lideranças da região em Francisco Beltrão. Para Luersen, a implantação da cobrança de pedágio com altas tarifas na rodovia em um momento de crise pode agravar o isolamento da região, pois reduziria o volume de tráfego e encareceria produtos e serviços.

    O parlamentar lembra que muitos caminhões que vêm do Centro Oeste do País e do Oeste do Paraná usam atualmente essa rodovia para desviar dos pedágios da BR-277. Em uma viagem entre Cascavel e Curitiba, eles deixam assim de passar por sete praças de cobrança. No caso de um caminhão de sete eixos, isso significa uma economia de cerca de R$ 500 com pedágio, com gasto adicional de cerca de R$ 150 com óleo diesel. Na prática, se for levado em conta a economia com o pedágio e o que se gasta com o desgaste do caminhão e o combustível, o custo acaba sendo quase o mesmo.

    “Com a implantação da cobrança de pedágio, muitos caminhões não cruzarão mais o Sudoeste, e passarão a vir pela BR-277. E como a região tem muitas estradas alternativas teremos um grande número de veículos desviando da rodovia com pedágio. Com a possível redução do tráfego, as tarifas terão que ser mais altas, agravando a situação”, pondera o deputado.

    Para Luersen, a saída mais viável seria a realização de obras emergenciais de melhorias pelo governo do Estado, e se for o caso, a implantação de um pedágio de manutenção, com tarifas mais baixas como as cobradas nas concessões federais, onde o preço varia de R$ 5 a R$ 7 a cada 100 quilômetros de rodovia. “O problema é que em um momento de crise econômica nacional, crédito escasso e juros altos, a tendência é de que as tarifas sejam mais altas, com custo de cerca de R$ 12 a cada 100 quilômetros, o que vai penalizar ainda mais a economia do Sudoeste”, alerta o deputado.

    “Pedágio a gente sabe como começa, mas não sabe como termina”, afirma Luersen, lembrando que o modelo de concessões do Estado se mostrou prejudicial a economia paranaense, principalmente no interior. “As cidades mais distantes estão perdendo investimentos em razão do alto custo do pedágio embutido no preço dos produtos e serviços”, explica.

    Luersen tem cobrado do governo do Estado melhorias urgentes na rodovia, hoje em estado precário. Mas considera que na situação atual, o melhor caminho seria o governo promover essas obras com recursos próprios, com implantação de terceiras faixas nos trechos mais críticos e de maior movimento, além de trincheiras e alças de acesso às cidades cortadas por essas rodovias. “Na conjuntura atual, a implantação de pedágio nos moldes existentes ou como está sendo proposto no Paraná, com tarifas altas, fatalmente implicará na redução drástica de tráfego, com prejuízo inestimável para a economia de todo o Sudoeste”, alerta o parlamentar.

Escassez de milho ameaça exportações brasileiras de carne, alerta deputado Luersen

altalt
 

    A escassez de milho no mercado ameaça prejudicar as exportações brasileiras de carne, em especial aves e suínos. O alerta é do líder do PDT na Assembleia Legislativa, deputado estadual Nelson Luersen, para quem o governo federal deve adotar políticas reguladoras e de planejamento a médio e longo prazo, incentivando a produção de alimentos através do estímulo à agricultura familiar, e restringir a exportação do milho para garantir a manutenção dos estoques para a indústria do País.

    Dados do relatório mensal do Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Estado da Agricultura divulgados no último dia 24 apontam queda de 12% nas lavouras de milho da safra 2015/16 em relação à produção estimada no início da safra. Segundo o órgão, o milho sofreu com estiagem de abril e maio, especialmente na região Norte do Estado, e em junho foi atingido por geadas severas. Os primeiros levantamentos mostram que a produção deve variar de 11,3 a 11,4 milhões de toneladas. A estimativa inicial apontava para uma colheita de 12,9 milhões de toneladas.

    Segundo o Deral, o percentual de perdas pode ser ainda maior no decorrer da colheita, quando serão efetivamente avaliados os impactos da geada. De acordo com a secretaria, as perdas nas lavouras de milho no Paraná, segundo maior produtor do País, ocorrem em um quadro de escassez do grão. Segundo a Companhia Nacional do Abastecimento (Conab), a produção brasileira de milho na safra de verão foi de 79 milhões de toneladas, 6% menor que na safra anterior.

    Este cenário, agravado a um volume de exportação maior e ao câmbio favorável às exportações, fez os preços do milho explodirem. O preço na semana de 24 junho foi de R$ 36,11 a saca de 60kg, o que representa um crescimento de 88% em relação a junho do ano passado quando as cotações estavam em torno de R$ 19,17 a saca de 60kg. Nesta segunda safra de milho foram plantados 2,19 milhões de hectares no Estado, com uma produção estimada de 11,4 milhões de toneladas. Na safra 14/15 a produção foi de 11,5 milhões de toneladas.

    Segundo os técnicos da área, a escassez do milho acendeu a luz de alerta para a cadeia produtiva da carne, que a demanda estimada pela indústria é maior do que o milho disponível, o que deve levar a importação de outros países e estados. “Já temos notícias de que frigoríficos podem ter que diminuir ou até paralisar sua produção. Para evitar que isso aconteça, o governo deve disponibilizar os estoques reguladores e fazer uma política de incentivo à produção de alimentos, principalmente para a agricultura familiar. Além de restringir as exportações de milho para fortalecer a nossa indústria, agregando valor às exportações”, defende Luersen.

    Para o deputado, no médio e longo prazo é preciso que o País melhore seu planejamento, evitando que oscilações bruscas de preços e estoques prejudiquem a indústria brasileira da carne. Segundo Luersen, um primeiro passo foi dado pelo Banco do Brasil, que tem financiado a construção de silos, com juros subsidiados, para ampliar a capacidade de estocagem de alimentos. “É preciso também que sejam disponibilizadas linhas de financiamento para a manutenção de estoques de cooperativas e cerealistas, garantindo a comercialização durante todo o ano”, avalia o parlamentar

PDT do Paraná faz encontro estadual em Ponta Grossa

    O PDT do Paraná faz no sábado (02/07), às 9 horas, no auditório da MM, em Ponta Grossa, um encontro estadual com a presença do presidente do partido, ex-senador Osmar Dias, deputados, prefeitos e demais lideranças do Estado. Segundo o líder da legenda na Assembleia Legislativa, deputado Nelson Luersen, o objetivo é reunir filiados, dirigentes, vereadores, pré-candidatos e demais lideranças para discutir a preparação para as eleições municipais de outubro. “Também vamos tratar do trabalho de construção do projeto do PDT para o governo do Estado em 2018, com a possível candidatura do ex-senador Osmar Dias, uma das reservas morais e éticas da política do Paraná”, observa Luersen.

 

Mais Artigos...