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Em visita ao Show Rural, deputado Nelson Luersen avalia perspectivas para o agronegócio

 

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O deputado estadual Nelson Luersen (PDT) visitou nesta segunda-feira (06/02), ao lado do ex-senador e presidente do PDT do Paraná, Osmar Dias, o Show Rural, uma das mais importantes feiras do agronegócio brasileiro promovida 29 anos pela Copavel, em Cascavel (região Oeste), e que serve de termômetro do setor agropecuário do País. Na ocasião, eles foram recepcionados pelo presidente da Copavel, Divo Grolli e diretores da cooperativa, e conversaram com lideranças do agronegócio  sobre as perspectivas para a agropecuária e a economia do Paraná e do Brasil.

“O que está salvando o Brasil é o agronegócio. Os preços das commodities estão em um bom patamar. E o que nos deixa mais feliz é saber que o Brasil não está mais exportando produtos primários, mas produtos processados industrialmente como carne e derivados, entre outros, e assim gerando mais empregos para população”, destacou Luersen

O Show Rural é a primeira grande feira do calendário nacional. A previsão para este ano é de uma movimentação de R$ 1,5 bilhão em negócios, R$ 300 milhões a mais que em 2016. “O Paraná, graças ao agronegócio, não tem sentido tanto os efeitos da crise. E com o empenho de nossos produtores rurais, a agropecuária tem tudo para ajudar o Estado a retomar o crescimento econômico”, observa o deputado, assinalando que a visita também permitiu que Osmar conversasse com as lideranças locais sobre ações futuras que possam dinamizar ainda mais o setor. “Osmar sempre foi um homem comprometido com o desenvolvimento sustentável do agronegócio no Paraná e no Brasil. E mantém constante diálogo com as lideranças do setor para conhecer suas necessidades e preocupações”, explica Luersen.

Segundo projeções do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico Social (Ipardes), a previsão para 2017 no Paraná é de safra agrícola recorde, bom desempenho do setor de carnes e das vendas externas. Se mantido o clima favorável, a estimativa é de somente a produção de soja chegue a 18,3 milhões de toneladas - 11% mais do que na safra 2015/2016, de acordo com o Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento. A produção de soja deve crescer, mesmo com a redução de 1% na área, que deve ficar m 5,23 milhões de hectares.

 

Outro segmento de forte participação na economia do Estado, a produção de frango também deve continuar a trajetória de crescimento. Mesmo com a crise, a produção seguiu com bom resultado. Maior produtor e exportador do País, o Paraná acumulava, até novembro, 1,61 bilhão de cabeças abatidas de frango. O número é aproximadamente 5% superior ao mesmo período de 2015, quando 1,53 bilhão de cabeças foram abatidas, de acordo com dados do Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar). A expectativa é que o setor no Paraná tenha fechado 2016 com crescimento de 5% a 7%. Uma das atividades que tem contribuído muito com a permanência do pequeno agricultor no campo é o leite, que apesar da redução no preço tem sido uma importante fonte de renda para agricultura familiar, destaca o deputado, ressaltando que cabe aos parlamentares apoiar todas as iniciativas do setor produtivo do Estado do Paraná.

Movimentação política em 2017 começa a preparar cenário para eleições de 2018, diz Luersen

 

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O ano de 2017 será de muita movimentação nos meios políticos, em preparação para 2018, quando teremos eleições para governador, Assembleia Legislativa, Senado, Câmara Federal e presidência da República. A avaliação é do líder do PDT na Assembleia, deputado estadual Nelson Luersen (PDT), para quem o partido, sob o comando do ex-senador Osmar Dias, tem todas as condições para ser um dos protagonistas nesse processo.

Luersen lembra que caso o atual governador Beto Richa (PSDB) decida disputar uma cadeira no Senado, como se cogita, ele terá um ano e dois meses no cargo, que precisará se desincompatibilizar em abril de 2018. “A partir daí teremos que observar qual será a movimentação dos três fortes grupos que compõem o governo hoje: o grupo do governador com o PSDB e aliados; o do secretário de Desenvolvimento Urbano, Ratinho Júnior (PSD), pretendente ao governo; e o da vice-governadora Cida Borghetti (PP), que se vier a ser governadora com a saída de Richa para disputar a eleição, torna-se também uma candidata natural ao governo”, analisa o deputado, para quem o cenário da disputa pelo Palácio Iguaçu ainda inclui o senador Roberto Requião (PMDB), que detém um significativo eleitorado entre outros candidatos que hoje não são lembrados mais no período eleitoral estarão na disputa.

Nesse panorama, considera o parlamentar, o ex-senador Osmar Dias aparece como um dos nomes fortes para a disputa estadual, o que é confirmado pelas recentes pesquisas de opinião pública, em que ele mantém bons índices de aceitação popular. “Acredito que pelo relevante trabalho prestado ao Estado e ao Brasil ao longo de sua vida pública e por ser um cidadão de com um passado limpo, sem dúvida Osmar está credenciado a pleitear o cargo de governador”, afirma Luersen.

Para o deputado, o ex-senador tem condições de construir uma candidatura suprapartidária, que possui bom trânsito e convívio respeitoso com as principais correntes políticas do Estado. “Osmar é reconhecido como uma liderança experiente e equilibrada, que tem o respeito de muitos setores da sociedade paranaense. O que lhe o respaldo para construir uma proposta de governo que contemple o interesse público e os anseios e necessidades da nossa população”, diz o parlamentar.

 

Segundo Luersen, é preciso levar em conta ainda o cenário nacional, onde despontam como pré-candidatos à presidência nomes como o do ex-ministro Ciro Gomes ; o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin ; o ex-presidente Lula; a ex-ministra Marina Silva (Rede) e o deputado federal Jair Bolsonaro e poderemos ter uma grande surpresa com o senador Alvaro Dias que esta distante dos escândalos da lava jato e é um bom nome pra disputa presidencial. “No entanto  acredito que antes de abril de 2018  teremos poucas definições e muitas especulações, pois o momento é de incerteza e expectativa pra ver quem vai se salvar dos escândalos envolvendo políticos Brasileiros. muita coisa acontecerá e será preciso aguardar os desdobramentos das diversas investigações em curso no País para termos uma visão mais clara de quem serão os principais atores  da eleição nacional e estadual”, afirma o deputado.

Deputado Luersen defende plebiscito sobre pedágio na PR-280


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O deputado estadual Nelson Luersen (PDT) defendeu, em discurso na tribuna da Assembleia Legislativa, a realização de um plebiscito sobre a implantação do pedágio na PR-280, no Sudoeste do Paraná. Para Luersen, essa seria a forma mais democrática de ouvir a opinião da população sobre o modelo a ser implantado e o impacto da concessão na economia da região
Na semana passada, o parlamentar participou de audiências públicas em Pato Branco e Francisco Beltrão, nas quais o governo do Estado e o Departamento de Estradas de Rodagem (DER/PR), apresentaram a proposta de concessão à iniciativa privada por 25 anos do trecho entre Realeza (Marmelândia) e Palmas (Trevo de Horizonte). Segundo Luersen, a tarifa cobrada pela proposta do DER deverá ser de até R$ 11,50 a cada 100 quilômetros para automóvel ou por eixo de veículo de carga
“Ao final das duas audiências públicas, pudemos perceber que a população saiu com muitas dúvidas e na sua grande maioria, insatisfeita com o preço da tarifa, que é quase igual à do Anel de Integração”, alerta o deputado. “Sem contar que de Pato Branco a Marmelândia nós teremos quatro praças de pedágio em um trecho de 140 quilômetros. E no outro trecho de 144 quilômetros de Palmas até Pato Branco teremos mais duas praças de pedágio. Se for dividido por praça de pedágio, de Pato Branco a Realeza, o usuário irá pagar mais de R$ 15 a cada 100 quilômetros. Se for dessa maneira, será um verdadeiro absurdo”, afirma
De acordo com a proposta do governo, inicialmente o trecho seria recuperado com melhora da sinalização e se inicia a cobrança com seis praças de pedágio. Posteriormente, do segundo ao vigésimo ano de concessão, seriam realizadas as obras estruturais na rodovia, como terceiras pistas, lombadas eletrônicas, pontos de ônibus, remodelação de trevos e pontes, construção de trevos em nível e desnível, contornos, desvio do perímetro urbano de Marmeleiro e outras obras. “Nesse modelo apresentado pelo DER, o usuário irá pagar 100% do investimento, sem contrapartida do concedente por um período de 25 anos”, explica Luersen
O deputado lembrou que a PR-280 é a rodovia mais importante do Sudoeste, e principal ligação do Sul do Brasil com a região Centro-Oeste e a Argentina. “Hoje temos duas praças de pedágio para chegar a Paranaguá vindo de Palmas. No futuro, quem sair de Marmelândia em Realeza terá oito praças de pedágio para chegar a Paranaguá”, destacou Luersen.
“Sem contar que existe um projeto de implantação de pedágio da ‘Rodovia do Frango’, que vai de Chapecó até a Lapa. Do Horizonte até a Lapa teríamos pelo menos mais três praças de pedágio. Se isso acontecer, teremos onze praças de pedágio. Isso será insuportável para o setor produtivo da região, que perderá competitividade”, apontou o parlamentar, lembrando ainda que com a tarifa alta, os caminhões do Oeste do Paraná e do Centro Oeste brasileiro não passarão mais pela rodovia, pois tenderiam a procurar caminhos alternativos. “Com a redução do movimento, as tarifas terão que ser elevadas, prejudicando os usuários”, afirma ele
Luersen fez um apelo ao governador Beto Richa (PSDB) para que analise muito bem o projeto antes de tomar qualquer decisão. E que ouça a população e a sociedade. “Quem sabe através de um plebiscito, que seria a forma mais democrática. Como representante de parte da população da região, me preocupa muito o risco de isolamento da economia dos municípios”, aponta o parlamentar
O deputado defendeu ainda a realização de estudos sobre a possibilidade de implantação da concessão através de uma Parceria Público-Privada, o que ajudaria a reduzir o valor final da tarifa. “Poderíamos estipular a participação do governo na ordem de 30% a 40% na recuperação da rodovia. E conforme as obras fossem sendo feitas, começasse a instalação das praças do pedágio. E as futuras obras teriam que ser aprovadas pela Agepar e o DER. Teríamos um gatilho. Com a parceria, eu acredito que poderíamos reduzir a tarifa em 35% e teríamos um custo razoável”, explicou.

Deputado Nelson Luersen e Vereador Edson Lagarto de Palmas tratam sobrepedágio no Sudoeste

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    O Deputado Estadual Nelson Luersen recebeu o vereador do município de Palmas Edson Lagarto. Entre os diversos assuntos tratados, destaca-se a realização de Audiências Públicas que iram debater o estudo de concessão, de iniciativa do Governo do Estado, que pretende a implantação de pedágio na PR-280 e outras rodovias, no trecho compreendido entre Realeza e o trevo do Horizonte em General Carneiro.

    Como coordenador da Frente Parlamentar do Transporte Rodoviário de Cargas, Luersen demostrou-se preocupado “o assunto deve ser amplamente discutido com toda a sociedade, pois o pedágio se sabe como começa, mas nunca como ele termina. Convido toda a população para participar das audiências públicas e acompanhar o processo, para que não ocorra como no anel de integração, onde as obras esperadas não foram realizadas e os preços são altíssimos, inclusive afastando investimentos de locais mais distantes. ”

   O Vereador Edson Lagarto reforça o convite e pede para que o Governo do Estado e a Assembleia Legislativa ampliem o debate com a comunidade de Palmas de um assunto tão importante.

   A primeira audiência pública será em Pato Branco, em 7 de dezembro, às 16 horas, na Câmara Municipal. No dia 8, será em Francisco Beltrão na Associação dos Municípios do Sudoeste do Paraná (Amsop), às 9 horas.

Deputado Luersen lamenta intransigência de empresa responsável pela usina do Baixo Iguaçu

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    O deputado estadual Nelson Luersen (PDT) participou, nesta terça-feira (29/11), no Palácio Iguaçu, de nova reunião com representantes das famílias atingidas pela construção da Usina Hidrelétrica do Baixo Iguaçu. Na semana passada, integrantes do Movimento dos Atingidos pelas Barragens (MAB) desocupou pacificamente o canteiro de obras da usina, após negociação com a comissão formada por deputados, e representantes do Ministério Público, Defensoria do Estado, Copel e governo do Estado. Hoje, porém, a Neoenergia, empresa que junto com a Copel integra o consórcio responsável pela obra, não enviou representantes para participar da retomada das negociações.
     Segundo Luersen, a ausência dos representantes da Neoenergia frustrou a tentativa de retomar as negociações. “Existe boa vonta de Casa Civil, da Copel e das famílias atingidas pela barragem que será formada com a construção da usina. Mas o maior interessado, que é a Neoenergia, não apareceu. Os atingidos pela barragem cumpriram a parte deles, desocupando o canteiro de obras, mas não receberam a contrapartida da empresa”, criticou Luersen, que desde o início tem participado das negociações, em busca de uma solução que garanta ao mesmo tempo os direitos das famílias atingidas e a retomada das obras da usina.
     De acordo com o deputado, o chefe da Casa Civil, Valdir Rossoni, pretende marcar nova reunião, com representantes da Neoenergia, Copel, Ministério Público, o arcebispo de Curitiba Dom José Peruzzo e o governador Beto Richa (PSDB), para tentar encontrar uma saída para o impasse. “Infelizmente, porém, o que se percebe é que existe um desinteresse da Neoenergia em concluir a obra”, avalia Luersen.
     A usina está sendo construída entre os municípios de Capanema e Capitão Leônidas Marques, nas proximidades do Parque Nacional do Iguaçu, mas desde 2013, o consórcio suspendeu as negociações com as famílias que terão que deixar suas propriedades. A hidrelétrica terá potência de 350 megawatts, o suficiente para atender 1 milhão de consumidores. O investimento é de mais de R$ 1,6 bilhão.
     Em dezembro de 2013, um acordo preliminar entre o consórcio e os moradores que terão que deixar suas propriedades em razão da formação da barragem do reservatório da usina chegou a ser esboçado, mas acabou não sendo fechado formalmente. Desde então as negociações emperraram. As famílias atingidas cobram um reajuste dos valores das indenizações oferecidas na época, que de para houve valorização das áreas, além da necessária correção inflacionária.
“É preciso que haja interesse de todos os envolvidos para uma solução negociada que evite o surgimento de novos conflitos. Para isso, porém, tem que se encontrar uma saída que garanta o direito das famílias atingidas a uma indenização digna e ao mesmo tempo a retomada das obras, para a manutenção dos empregos gerados por esse projeto. Penso que a saída ideal para o povo do Paraná seria a Copel comprar os 70% das ações pertencentes a Neoenergia e com isso por fim aos conflitos existentes”, defende Luersen.

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