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Deputado Luersen participa de Audiência Pública que discute a falta de segurança no Porto

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    O deputado estadual Nelson Luersen (PDT), Coordenador da Frente Parlamentar do Transporte Rodoviário,participou nesta terça-feira (14/03), em Paranaguá, de audiência pública para discutir o problema da falta de segurança e o aumento de casos de furtos e violência contra caminhoneiros que atuam no Porto. O encontro aconteceu na sede do Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens de Paranaguá (Sindicam).

    A audiência contou com a importante presença do senhor Marcelo Elias Roque Prefeito Municipal de Paranaguá, Marquinhos Roque Presidente da Câmara municipal, Adriano Ramos vereador e o Capitão do 9º Batalhão de Polícia Militar de Paranaguá.

    Entre os pontos principais destacou-se a necessidade de melhoria na estrutura viária,em busca de melhorias na mobilidade urbana, a falta de segurança e necessidade de aumento do efetivo policial na área portuária.

   Os senhores Therbio Castro da Silva (Presidente Sindicam), Dr. Eduardo Madureira (Advogado Sinditac) e o Sr. Plinio Nestor Dias (Presidente Sinditac) enfatizaram a importância da discussão participativa e a busca por soluções permanentes. Pediram maior segurança na atividade do transportador, através da análise de todo o seu percurso até o porto, em ação que deverá ser integrada entre as autoridades públicas e das forças policias, guarda municipal e portuária. O intuito é defender a integridade física e psicologia do transportador. Cobraram ainda, que a APPA cumpra sua promessa de duplicar as rodovias de acesso ao porto, pois perde-se muito tempo parado em vias de acesso, o que além da demora facilita a ação de criminosos.

    O Deputado Luersen ressalta a importância das Audiências Públicas, que já estão rendendo bons frutos. Como por exemplo a audiência realizada no dia 31 de agosto do ano passado, que resultou na elaboração de convênio, que está prestes a ser finalizado, entre a polícia militar por meio do governo do Estado e o porto. A intenção é criar um pelotão portuário, para patrulhar exclusivamente as atividades portuárias, aumentando o efetivo policial e viabilizando escolta dos caminhões do pátio de triagem até a descarga.

Deputado Luersen defende flexibilização da portaria que estabelece vazio sanitário da safrinha de soja

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    O deputado estadual Nelson Luersen (PDT) defendeu nesta terça-feira (14/03), em audiência do Bloco Parlamentar da Agricultura Familiar da Assembleia Legislativa, a flexibilização da portaria da Secretaria da Agricultura que estabelece o chamado “vazio sanitário”, com restrições para o plantio da safrinha de soja no Estado. Segundo Luersen, apesar do vazio sanitário ser necessário para combater o fungo da ferrugem asiática, ele deve ser feito de forma a não prejudicar os produtores rurais que dependem da safrinha para manter sua renda.

    Luersen lembrou que a região Sudoeste do Paraná tem peculiaridades climáticas que garantem a erradicação da soja durante o período de inverno. E em Santa Catarina, que faz divisa com a região, o plantio da safrinha segue liberado. “As lavouras já estão plantadas. Em Santa Catarina se planta, porque no Sudoeste não pode? Precisamos rever essa portaria, afinal é a agricultura que move a economia do País e os produtores não podem ser penalizados por quererem trabalhar, ainda mais em um momento de crise como a que vivemos”, lembrou o parlamentar. “A safrinha é importantíssima para a região. E a soja é um dos principais produtos de exportação do País, responsável pela geração de empregos e renda fundamentais para o Estado e o País”, destacou o deputado.

Deputado Luersen cobra solução para famílias atingidas por usina do Baixo Iguaçu

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            O deputado estadual Nelson Luersen (PDT) voltou a cobrar nesta terça-feira (14/03), em audiência pública na Assembleia Legislativa, uma solução para as famílias atingidas pela construção da Usina Hidrelétrica do Baixo Iguaçu, na região Sudoeste do Estado. Segundo ele, é preciso encontrar uma saída para que as famílias que tiverem suas propriedades atingidas pela construção da barragem da usina sejam indenizadas ou realocadas em outras áreas, e ao mesmo tempo, garantir a continuidade da obra, que gera empregos e renda para a população da região. As declarações foram feitas durante audiência da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia que reuniu parlamentares e representantes do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB).

            “Lamentavelmente, a Neoenergia – empresa responsável pela construção da usina – tem feito acordos e não tem cumprido. No Sudoeste há interesse de que a obra não pare. Mas temos que fazer com que as famílias sejam indenizadas com justiça”, defendeu Luersen.

            A usina está sendo construída entre os municípios de Capanema e Capitão Leônidas Marques, nas proximidades do Parque Nacional do Iguaçu, mas desde 2013, o consórcio suspendeu as negociações com as famílias que terão que deixar suas propriedades. A hidrelétrica terá potência de 350 megawatts, o suficiente para atender 1 milhão de consumidores. O investimento é de mais de R$ 1,6 bilhão.

            Em dezembro de 2013, um acordo preliminar entre o consórcio e os moradores que terão que deixar suas propriedades em razão da formação da barragem do reservatório da usina chegou a ser esboçado, mas acabou não sendo fechado formalmente. Desde então as negociações emperraram. As famílias atingidas cobram um reajuste dos valores das indenizações oferecidas na época, já que de lá para cá houve valorização das áreas, além da necessária correção inflacionária.

            Na semana passada, o governo formou uma comissão com representantes do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), Ministério Público, Secretaria de Agricultura, Instituto de Terras Cartografia e Geociências (ITCG) para conduzir nova negociação. Para o deputado, que desde o início acompanha essas negociações, não se pode mais adiar uma solução para o problema. “Temos que encontrar uma saída que garanta o direito das famílias atingidas a uma indenização digna e ao mesmo tempo a continuidade das obras, para a manutenção dos empregos gerados por esse projeto”, afirma Luersen. “Principalmente, é preciso que o ser humano seja respeitado”, cobrou o parlamentar.

Deputado Luersen participa de audiência que vai discutir falta de segurança no Porto

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    Coordenador da Frente Parlamentar do Transporte Rodoviário, o deputado estadual Nelson Luersen (PDT) participa, na próxima terça-feira (14/03), em Paranaguá, de audiência pública para discutir o problema da falta de segurança e o aumento de casos de furtos e violência contra caminhoneiros que atuam no Porto. O encontro acontece às 15h30, na sede do Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens de Paranaguá (Sindicam) e contará ainda com a participação de representantes da Federação dos Caminhoneiros Autônomos (Fenacam), do Sindicato dos Transportadores Autônomos de Cargas de São José dos Pinhais (Sinditac), Sindicato das Pequenas e Microempresas e Transportadores Rodoviários Autônomos de Veículos (Sintraveic) e do Sindicato dos Proprietários de Veículos no Transporte Coletivo Alternativo (STA), autoridades locais, entre outras entidades e lideranças.

    Recentemente, Luersen cobrou, em discurso na tribuna da Assembleia Legislativa, mais segurança para os caminhoneiros que trabalham com carga e descarga no Porto de Paranaguá. Na ocasião, o deputado contou ter sido procurado por caminhoneiros e transportadores que atuam em Paranaguá, que relataram a ocorrência de frequentes assaltos e roubos de cargas nas vias de acesso ao Porto. De acordo com Luersen, os furtos acontecem no caminho entre o pátio de triagem e os terminais de embarque, quando os caminhões muitas vezes trafegam em baixa velocidade, e os criminosos rompem as bicas das carrocerias que ficam na parte traseira dos veículos, espalhando a carga pelo asfalto. O produto então é recolhido e levado para depósitos clandestinos, de onde são revendidos ilegalmente.

    Depois que os caminhoneiros passaram a se precaver adotando travas para impedir a abertura das bicas de seus veículos, os assaltantes ficaram mais agressivos e violentos. No último dia 4 de fevereiro, dois caminhoneiros foram alvo de um assaltante armado em uma das vias de acesso ao Porto. Um dos caminhoneiros, de Santa Terezinha do Itaipu, foi baleado mesmo sem reagir, e a bala se alojou na coluna, fazendo com que ele ficasse paraplégico, segundo relatos da imprensa local.

    Na ocasião, Luersen fez um apelo ao governo do Estado, e à Secretaria de Segurança Pública, além da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA), e prefeitura municipal para que tomassem medidas urgentes para coibir essas ocorrências e oferecer mais segurança e comodidade aos caminhoneiros e transportadores. Segundo ele, a audiência pública em Paranaguá será uma oportunidade para conhecer mais de perto os problemas que afligem os trabalhadores que atuam no porto, e discutir soluções para combater a violência e a criminalidade em Paranaguá, garantindo mais tranquilidade para caminhoneiros e transportadores.

Luersen participa de audiência sobre Vazio Sanitário e safrinha de soja do Paraná

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    O deputado estadual Nelson Luersen (PDT) participa, na próxima terça-feira (14/03), no plenarinho da Assembleia Legislativa, de audiência pública promovida pelo Bloco Parlamentar da Agricultura Familiar, para discutir a questão do chamado “Vazio Sanitário”, pelo qual agricultores do Paraná foram proibidos de fazer o plantio da safrinha de soja na temporada 2016/2017, como estratégia para a erradicação da ferrugem asiática. Segundo Luersen, entre as questões que serão discutidas com os técnicos da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) da Secretaria de Estado da Agricultura, representantes dos produtores rurais, cooperativas, agricultores, e empresários, está a soja que foi plantada até o final de janeiro pelos produtores da região Sudoeste do Paraná.

    O parlamentar observa que a região, que faz divisa com Santa Catarina, tem um clima diferenciado, com geadas constantes, que acabam cumprindo a função de erradicar a soja no período de inverno. E que apesar da proibição que pesa sobre os agricultores paranaenses, os produtores de Santa Catarina continuam fazendo o plantio da safrinha de soja na divisa, tornando ineficaz o “Vazio Sanitário” e a proibição do plantio no território do Paraná. “Precisamos de uma política sanitária coordenada entre os dois estados. De nada adianta proibir o plantio do lado paranaense, se em Santa Catarina ele continua sendo feito. Além disso, é preciso encontrar soluções para combater a ferrugem sem prejudicar os agricultores”, defende o deputado.

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