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Luersen em Defesa da Educação e dos Professores PSS

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O líder do PDT na Assembleia Legislativa, deputado estadual Nelson Luersen, condenou a intenção do governo do Estado de reduzir os salários dos professores e funcionários temporários contratados através de Processo Seletivo Simplificado (PSS). Segundo informações da APP-Sindicato e notícias veiculadas pela imprensa, o governo teria planos de reduzir o salário desses servidores em R$ 500,00 para jornadas de 20 horas semanais.

Atualmente, no Estado são mais de 20 mil professores e 11 mil funcionários contratados como temporários, que recebem salários equivalentes a servidores efetivos em início de carreira. "É um absurdo querer tirar direitos de professores e funcionários de escolas que são fundamentais para a educação dos alunos da rede pública de ensino. Estamos ao lado dos professores e funcionários nessa luta para evitar mais este retrocesso", afirma Luersen. 

Pedágio 'sangra' a economia do Paraná há 20 anos, diz deputado Luersen


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Nesta terça-feira (14/11) completam-se 20 anos desde que o então governador Jaime Lerner assinou os contratos de concessão do pedágio nas rodovias do Anel de Integração, em 14 de novembro de 1997. Para o líder do PDT na Assembleia Legislativa, deputado estadual Nelson Luersen, que presidiu a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigou o pedágio, são duas décadas em que a concessão das rodovias vem "sangrando" a economia do Estado, em razão das altas tarifas e do cancelamento ou adiamento das obras de duplicação.

Segundo Luersen, os estudos realizados pela CPI mostraram que desde o primeiro momento, o pedágio gerou muita discórdia, principalmente por parte dos usuários, que não se conformaram com os altos preços praticados. "Os contratos foram altamente prejudiciais à economia paranaense em razão das tarifas. Em termos de obras, inicialmente, eles previam a duplicação de mais de 1 mil quilômetros de rodovias. Mas já em 1998, uma decisão unilateral e eleitoreira do então governador Jaime Lerner que baixou as tarifas em 50%, 'bagunçou' todo o processo, pois as concessionárias foram à Justiça e logo recuperaram os preços. E mais da metade das obras foram retiradas dos contratos ou adiadas, através de aditivos", explica o parlamentar.

   De acordo com o deputado, uma das grandes preocupações da CPI e da Frente Parlamentar Contra a Prorrogação do Pedágio sempre foi cobras das concessionárias a execussão de todas as obras que ainda faltam. "E ainda são muitas. Somente no trecho da BR-376 entre Ponta Grossa e Apucarana, ainda faltam cerca de 200 quilômetros de duplicações a serem feitas até 2021", afirma.

   Nesse período, houve várias articulações por parte das concessionárias para a prorrogação dos contratos. "No entanto, sempre defendemos que as concessionárias concluam as obras previstas nos contratos e que em 2021, seja realizada uma nova licitação, com preços compatíveis com a economia do Estado e com o poder aquisitivo dos paranaenses", defende Luersen.

   Nesse sentido, diz o deputado, foi importante a aprovação de uma lei que prevê que qualquer nova alteração contratual tenha que passar pelo crivo do Legislativo. "Estamos vivendo um período pré-eleitoral e vai caber aos futuros presidente da República e governador tratar desse assunto. Por isso, esperamos que a população paranaense leve isso em conta e faça uma boa escolha, com representantes comprometidos com os usuários das estradas, e não com o poder econômico dos pedageiros e proprietários de concessionárias", alerta o parlamentar. 

Luersen defende Orçamento impositivo para acabar com barganha por emendas

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Termina nesta quarta-feira (08/11), na Assembleia Legislativa, o prazo para a apresentação de emendas parlamentares à proposta de Orçamento do Estado para 2018. O líder do PDT na Casa, deputado estadual Nelson Luersen, pretende apresentar emendas destinando recursos para as áreas de saúde, educação e obras de infraestrutura nos municípios. Ele lamenta, porém, o fato de que o governo não tem atendido essas emendas, ou tem condicionado esse atendimento ao posicionamento político dos parlamentares aos projetos de seu interesse. Por isso, Luersen defende que - assim como já acontece no Congresso Nacional e algumas câmaras municipais - o Orçamento do Estado seja impositivo - ou seja, as emendas tenham que ser obrigatoriamente cumpridas pelo Executivo. E que os recursos para atendê-las sejam retirados orçamento do próprio Legislativo. 

    Por lei, a Assembleia tem direito anualmente a 3,1% do que o Estado arrecada para custear suas atividades. Luersen defende que um ponto percentual desses recursos seja destinado ao atendimento das emendas parlamentares ao Orçamento, de forma impositiva. "Hoje, o governo paga se quiser, e paga condicionado ao voto do parlamentar em plenário sobre os projetos de seu interesse, que muitas vezes são altamente prejudiciais à população", explica o deputado. 

    Segundo ele, o modelo atual faz com que as emendas sejam usadas como moeda de troca para barganha política, em detrimento dos interesses da população. "Os deputados que votam com o governo, muitas vezes são contemplados com indicações políticas, ou com emendas para pequenas obras em suas bases políticas. Em troca, têm que votar favoravelmente a projetos de aumento de impostos, confisco da previdência, congelamento de salários de servidores, venda de ações de empresas públicas. Na minha opinião, esse é um preço muito alto a ser pago, pois esses recursos poderiam ser utilizados para beneficiar a população e os trabalhadores com grandes projetos nas áreas de infraestrutura, segurança, saúde e educação, o que não acontece hoje", afirma. 

 

    Segundo Luersen, o uso de parte do orçamento do Legislativo para o atendimento das emendas parlamentares é perfeitamente viável, já que nos últimos anos, a Assembleia tem devolvido recursos ao Executivo. "Com isso, acabaria o uso das emendas como moeda de troca política. Poderíamos usar um ponto percentual do orçamento da Assembleia - o que significa cerca de R$ 350 milhões anuais, para emendas, com metade para a área de saúde e educação, e as demais livres, dentro dos programas de governo. Emendas para beneficiar creches, Apaes, postos de saúde, hospitais filantrópicos, a área social e projetos voltados ao setor produtivo e à geração de empregos. Sem vinculação política e com liberdade de expressão e opinião do deputado na Assembleia", defende. 

Derrubada de veto garante segurança para novos empreendimentos hidrelétricos, diz deputado Luersen

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     A Assembleia Legislativa derrubou, na segunda-feira (30/10), por 34 votos a 12, veto parcial do governador Beto Richa ao artigo 3º da lei 12.129/2017, que trata da construção de empreendimentos hidrelétricos de geração de energia no Estado. O artigo, inserido na lei através de emenda apresentada pelo bloco independente e bancada de oposição ao texto original apresentado pelo governo, estabelece que as novas centrais hidrelétricas construídas no Estado só poderão entrar em funcionamento após o pagamento de indenizações às famílias que tiveram suas propriedades atingidas pelas barragens.

    Segundo o líder da bancada do PDT, deputado estadual Nelson Luersen, que integra a Frente Parlamentar em Defesa dos Atingidos pelas Barragens, e votou pela derrubada do veto, a manutenção do artigo com essa exigência evitará a repetição de problemas como o que ocorre na construção da usina do Baixo Iguaçu, na região Sudoeste, onde há quatro anos persiste um impasse entre o consórcio responsável pela obra, formado pela Copel e a empresa Neoenergia e as famílias que tiveram suas propriedades. “A derrubada do veto é boa para os dois lados, porque dá segurança ao investidor e também aos atingidos, acabando com situações de discórdia como a vem acontecendo na usina do Baixo Iguaçu, onde a obra está quase no final e ainda persistem muitas pendências com famílias que residem há anos na região e terão que deixar suas propriedades”, afirma o deputado. 

 

     A lei autoriza a construção de 18 empreendimentos hidrelétricos de geração de energia, entre Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs), Usina Hidrelétrica de Energia (UHE) e Central de Geração Hidrelétrica (CGH). “No caso da construção de Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGHs) e Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs), em que praticamente não há alagamento para a formação de barragens, a exigência não se aplica, já que são de empreendimentos de baixo impacto”, esclarece Luersen. “O problema não está nos pequenos empreendimentos e sim nas grandes”, explica o parlamentar. 

Deputado Luersen cobra recuperação urgente de rodovia PR-280

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             O líder do PDT na Assembleia Legislativa, deputado estadual Nelson Luersen, cobrou do governo do Estado, em discurso na tribuna da Casa, a realização de obras urgentes de recuperação da rodovia PR-280, na região Sudoeste. O parlamentar relatou que tem recebido inúmeras reclamações de usuários, lideranças locais, vereadores, produtores rurais, empresários e caminhoneiros sobre o péssimo estado da rodovia, a mais importante da região. A falta de manutenção, afirma Luersen, tem provocado inúmeros acidentes, além de danificar veículos e prejudicar a economia da região, encarecendo o custo do transporte.

            Segundo o deputado, a situação é mais grave no trecho que vai do município de Palmas até Horizonte em General Carneiro.

            “A PR-280 é uma rodovia prioritária para o Paraná, em especial para a região Sudoeste, sendo a mais importante da região. Ali trafegam aproximadamente dez mil veículos ao dia, fazendo a ligação entre o Norte, o Sudoeste, o Sul do Brasil e o Porto de Paranaguá, escoando a produção e transportando as riquezas do País. É urgente uma recuperação completa. Somente o 'tapa-buraco' que tem sido feito não resolve, pois qualquer chuva que ocorre os buracos estão novamente expostos, causando enormes prejuízos aos usuários”, apontou o parlamentar.

            “O governo tem alardeado que está com as contas em dia, inclusive distribuindo muitos convênios com fins políticos e eleitorais pelo Estado à fora, esquecendo dos grandes projetos de infraestrutura realmente necessários. Esquece do básico, do que é realmente de sua responsabilidade que é uma rodovia estadual e que há mais de 20 anos não recebe uma recuperação mais aprofundada”, afirmou Luersen. “Mesmo com a economia que o Estado faz não precisando cuidar do Anel de Integração, pois foi repassado para o usuário pagar a conta com o pedágio, ele não vence cuidar do que é de sua incumbência”, criticou o deputado.

            Segundo Luersen, os caminhoneiros, cansados de esperar por uma ação do governo, estão inclusive ameaçando fechar a rodovia se nada for feito. “Por isso, já encaminhamos um requerimento ao diretor do Departamento de Estradas de Rodagem (DER/PR), Nelson Leal Júnior, pedindo que sejam tomadas providências para resolver o problema. A população não pode continuar sendo sacrificada diante da falta de investimentos em obras de infraestrutura básica”, afirma o deputado.  

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