Get Adobe Flash player
Home Notícias

Notícias

Deputado Luersen cobra solução para famílias atingidas por usina do Baixo Iguaçu

altalt

            O deputado estadual Nelson Luersen (PDT) voltou a cobrar nesta terça-feira (14/03), em audiência pública na Assembleia Legislativa, uma solução para as famílias atingidas pela construção da Usina Hidrelétrica do Baixo Iguaçu, na região Sudoeste do Estado. Segundo ele, é preciso encontrar uma saída para que as famílias que tiverem suas propriedades atingidas pela construção da barragem da usina sejam indenizadas ou realocadas em outras áreas, e ao mesmo tempo, garantir a continuidade da obra, que gera empregos e renda para a população da região. As declarações foram feitas durante audiência da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia que reuniu parlamentares e representantes do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB).

            “Lamentavelmente, a Neoenergia – empresa responsável pela construção da usina – tem feito acordos e não tem cumprido. No Sudoeste há interesse de que a obra não pare. Mas temos que fazer com que as famílias sejam indenizadas com justiça”, defendeu Luersen.

            A usina está sendo construída entre os municípios de Capanema e Capitão Leônidas Marques, nas proximidades do Parque Nacional do Iguaçu, mas desde 2013, o consórcio suspendeu as negociações com as famílias que terão que deixar suas propriedades. A hidrelétrica terá potência de 350 megawatts, o suficiente para atender 1 milhão de consumidores. O investimento é de mais de R$ 1,6 bilhão.

            Em dezembro de 2013, um acordo preliminar entre o consórcio e os moradores que terão que deixar suas propriedades em razão da formação da barragem do reservatório da usina chegou a ser esboçado, mas acabou não sendo fechado formalmente. Desde então as negociações emperraram. As famílias atingidas cobram um reajuste dos valores das indenizações oferecidas na época, já que de lá para cá houve valorização das áreas, além da necessária correção inflacionária.

            Na semana passada, o governo formou uma comissão com representantes do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), Ministério Público, Secretaria de Agricultura, Instituto de Terras Cartografia e Geociências (ITCG) para conduzir nova negociação. Para o deputado, que desde o início acompanha essas negociações, não se pode mais adiar uma solução para o problema. “Temos que encontrar uma saída que garanta o direito das famílias atingidas a uma indenização digna e ao mesmo tempo a continuidade das obras, para a manutenção dos empregos gerados por esse projeto”, afirma Luersen. “Principalmente, é preciso que o ser humano seja respeitado”, cobrou o parlamentar.

Deputado Luersen participa de audiência que vai discutir falta de segurança no Porto

altalt

    Coordenador da Frente Parlamentar do Transporte Rodoviário, o deputado estadual Nelson Luersen (PDT) participa, na próxima terça-feira (14/03), em Paranaguá, de audiência pública para discutir o problema da falta de segurança e o aumento de casos de furtos e violência contra caminhoneiros que atuam no Porto. O encontro acontece às 15h30, na sede do Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens de Paranaguá (Sindicam) e contará ainda com a participação de representantes da Federação dos Caminhoneiros Autônomos (Fenacam), do Sindicato dos Transportadores Autônomos de Cargas de São José dos Pinhais (Sinditac), Sindicato das Pequenas e Microempresas e Transportadores Rodoviários Autônomos de Veículos (Sintraveic) e do Sindicato dos Proprietários de Veículos no Transporte Coletivo Alternativo (STA), autoridades locais, entre outras entidades e lideranças.

    Recentemente, Luersen cobrou, em discurso na tribuna da Assembleia Legislativa, mais segurança para os caminhoneiros que trabalham com carga e descarga no Porto de Paranaguá. Na ocasião, o deputado contou ter sido procurado por caminhoneiros e transportadores que atuam em Paranaguá, que relataram a ocorrência de frequentes assaltos e roubos de cargas nas vias de acesso ao Porto. De acordo com Luersen, os furtos acontecem no caminho entre o pátio de triagem e os terminais de embarque, quando os caminhões muitas vezes trafegam em baixa velocidade, e os criminosos rompem as bicas das carrocerias que ficam na parte traseira dos veículos, espalhando a carga pelo asfalto. O produto então é recolhido e levado para depósitos clandestinos, de onde são revendidos ilegalmente.

    Depois que os caminhoneiros passaram a se precaver adotando travas para impedir a abertura das bicas de seus veículos, os assaltantes ficaram mais agressivos e violentos. No último dia 4 de fevereiro, dois caminhoneiros foram alvo de um assaltante armado em uma das vias de acesso ao Porto. Um dos caminhoneiros, de Santa Terezinha do Itaipu, foi baleado mesmo sem reagir, e a bala se alojou na coluna, fazendo com que ele ficasse paraplégico, segundo relatos da imprensa local.

    Na ocasião, Luersen fez um apelo ao governo do Estado, e à Secretaria de Segurança Pública, além da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA), e prefeitura municipal para que tomassem medidas urgentes para coibir essas ocorrências e oferecer mais segurança e comodidade aos caminhoneiros e transportadores. Segundo ele, a audiência pública em Paranaguá será uma oportunidade para conhecer mais de perto os problemas que afligem os trabalhadores que atuam no porto, e discutir soluções para combater a violência e a criminalidade em Paranaguá, garantindo mais tranquilidade para caminhoneiros e transportadores.

Luersen participa de audiência sobre Vazio Sanitário e safrinha de soja do Paraná

altalt

    O deputado estadual Nelson Luersen (PDT) participa, na próxima terça-feira (14/03), no plenarinho da Assembleia Legislativa, de audiência pública promovida pelo Bloco Parlamentar da Agricultura Familiar, para discutir a questão do chamado “Vazio Sanitário”, pelo qual agricultores do Paraná foram proibidos de fazer o plantio da safrinha de soja na temporada 2016/2017, como estratégia para a erradicação da ferrugem asiática. Segundo Luersen, entre as questões que serão discutidas com os técnicos da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) da Secretaria de Estado da Agricultura, representantes dos produtores rurais, cooperativas, agricultores, e empresários, está a soja que foi plantada até o final de janeiro pelos produtores da região Sudoeste do Paraná.

    O parlamentar observa que a região, que faz divisa com Santa Catarina, tem um clima diferenciado, com geadas constantes, que acabam cumprindo a função de erradicar a soja no período de inverno. E que apesar da proibição que pesa sobre os agricultores paranaenses, os produtores de Santa Catarina continuam fazendo o plantio da safrinha de soja na divisa, tornando ineficaz o “Vazio Sanitário” e a proibição do plantio no território do Paraná. “Precisamos de uma política sanitária coordenada entre os dois estados. De nada adianta proibir o plantio do lado paranaense, se em Santa Catarina ele continua sendo feito. Além disso, é preciso encontrar soluções para combater a ferrugem sem prejudicar os agricultores”, defende o deputado.

Pesquisa em Curitiba mostra que pré-candidatura de Osmar Dias ao governo tem base sólida, diz Luersen

altalt

    O líder do PDT na Assembléia Legislativa, deputado estadual Nelson Luersen, considerou muito positivo o resultado do levantamento do instituto Paraná Pesquisas, divulgado na última quinta-feira (08/03), que aponta empate técnico entre o secretário de Desenvolvimento Urbano, Ratinho Júnior (PSD), o senador Roberto Requião (PMDB) e o ex-senador Osmar Dias (PDT), nas intenções de voto em Curitiba na eleição para o governo do Estado de 2018 “O resultado é extremamente favorável ao ex-senador Osmar Dias, já que ao contrário de Ratinho Jr e Requião, ele está afastado da política há sete anos, tendo disputado a última eleição em 2010, e mesmo assim ainda é muito lembrado pelo eleitor curitibano”, avalia Luersen. O deputado observa que Ratinho, além de ser secretário de Estado, foi o deputado estadual mais votado na eleição de 2014, e atuou diretamente no segundo turno da eleição municipal do ano passado na Capital, apoiando a candidatura a prefeito do deputado Ney Leprevost (PSD). Já Requião, além de ter sido governador por três vezes, está no terceiro mandato como senador e disputou a última eleição para o governo em 2014.
     “O ex-senador Osmar Dias, ao contrário, está afastado da política, cuidando de sua vida pessoal e da organização do PDT do Paraná. Enquanto isso, por possuírem mandatos, tanto o deputado Ratinho Jr como o senador Requião estão com uma grande exposição diária na mídia. Mesmo assim, Osmar mantém um excelente conceito entre a população curitibana, por sua trajetória irretocável de homem público experiente e pela postura equilibrada. Apesar de estar fora da mídia, ele é reconhecido como um dos politicos mais bem preparados do Paraná. Além disso, sabemos pelos dados que temos que o desempenho dele como pré-candidato ao governo no interior do Estado é bem melhor do que na Capital”, destaca o deputado. “Os números dessa pesquisa animam a militância do partido e simpatizantes, pois mostram que a pré-candidatura do Osmar ao governo tem uma base popular sólida, e certamente possui potencial para crescer muito à medida em que a disputa se aproximar, e o seu nome ganhar mais visibilidade entre o eleitorado” prevê Luersen.

Reunião da Comissão de Defesa do Consumidor da ALEP

 

altalt

 

    Hoje pela manhã, participei de reunião com os membros da Comissão de Defesa do Consumidor da Assembleia Legislativa do Estado do Paraná, onde tratamos com os diretores da AGEPAR, sobre o pedido de autorização que a diretoria da Sanepar fez à Agência sobre o realinhamento das tarifas de água e esgoto no Estado.

 

    A Empresa está solicitando uma reposição de 25,63% acima da inflação. Os deputados presentes foram unânimes em pedir ao diretor da Agepar, César Silvestre e ao Governo do Paraná, que não autorizem nenhum aumento ou reposição acima da inflação. Na oportunidade, lembrei aos presentes que nos últimos seis anos já houve majoração acima da inflação nas contas de água e luz, sem contar com os aumentos do IPVA, ICMS e da ST. Aumentos estes que contribuíram para o fechamento de muitas empresas e deixando muitas outras em dificuldades financeiras. O momento é de muita cautela quanto a penalizar ainda mais a sociedade paranaense.

Mais Artigos...