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Pronunciamento Deputado Nelson Luersen em 06/08/2012

     DEPUTADO NELSON LUERSEN: Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, o que me traz a esta tribuna é um fato importante que aconteceu no Estado do Paraná, e também no Brasil, que se iniciou no último dia 25 de julho, que foi o Movimento Brasil Caminhoneiro, no qual os caminhoneiros do nosso Estado fizeram uma mobilização muito grande para reivindicar junto ao Governo do Estado, junto à ANTT, a revogação e discussão da resolução que trata da carga horária dos motoristas no nosso Estado. Entendemos que todos os cidadãos brasileiros são contra paralisações, que, muitas vezes, afetam a suas vidas no dia-a-dia. A vida do cidadão que está trafegando, transportando, que está em movimento por este país. Mas, infelizmente, nesse país para sermos vistos e lembrados temos que fazer paralisações que levam ao constrangimento até a própria categoria, que se obriga a fazer essa movimentação.

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Pronunciamento Deputado Nelson Luersen em 02/04/2012

  DEPUTADO NELSON LUERSEN: - Senhor Presidente, Senhores Deputados, fico feliz de ver aqui nessa Casa o Presidente da FIEP, que representa os industriais do nosso Estado e também o representante da CUT Central dos Trabalhadores e dos Sindicatos, imbuídos numa questão tão importante. A gente percebe e é notório no Estado do Paraná a desestruturação das indústrias, principalmente em alguns segmentos, como o segmento de confecções. Percebemos lá na região Sudoeste do Paraná e cito como exemplo a cidade de Ampére, onde tínhamos uma indústria há dez anos, com mil e quinhentos funcionários, passados dez anos ela mantem apenas quinhentos funcionários. Esse empresário não reduziu a sua atividade, nem sua comercialização, ele passou a importar produtos acabados colocando a sua marca e distribuindo no mercado nacional.

  Sei que o Presidente da FIEP o Sr. Edson que é um batalhador, um jovem que conhecemos de muitos anos, sei da sua dedicação e do seu empreendedorismo para chegar aonde chegou com muita luta e com muita determinação, nunca teve nada de mãos beijada, sabemos do seu passado e conhecemos a realidade das indústrias paranaenses. Percebemos realmente que o Brasil está vivendo muito das commodities, das riquezas naturais e do agronegócio, que a indústria realmente está sendo deixada de lado. Acredito que o Governo precisa, juntamente com os Senadores e os Deputados Federais, discutir uma reforma tributária e trabalhista, que venha ao encontro aos anseios da classe produtora do País, para que possamos realmente fortalecer a indústria nacional. E me preocupa também a desoneração da produção e a desestrutura que o Paraná enfrenta em termos rodoviário, ferroviário e assim por diante, a ligação que não existe do Interior com os grandes centros.

  Então, sei que o Governador Beto Richa, a Presidente Dilma , os Ministros e os Secretários, têm buscado melhorar a estrutura do nosso Estado, mas que ainda deixa muito a desejar. E para prejudicar mais ainda essa situação toda, temos o pedágio, que realmente é um percalço do engrandecimento do nosso Estado. Então, parabéns ao Presidente da CUT e ao Presidente da FIEP por esta mobilização e no que pudermos contribuir, vamos trabalhar juntos para que a indústria paranaense seja realmente fortalecida e possa gerar mais emprego e renda ao nosso povo. Muito obrigado, Senhor Presidente! 

Pronunciamento Deputado Nelson Luersen dia 21.03.2012

 Deputado Nelson Luersen: Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados; inicialmente gostaria de reconhecer o trabalho desenvolvido pela Presidenta Dilma Roussef, pelo nosso Reitor do Instituto Federal do Paraná, Irineu Colombo, frente à educação, trazendo oportunidade ao jovem do interior, além do aprendizado e do conhecimento, também cursos universitários de forma gratuita, algo que se fazia necessário no Estado do Paraná. Realmente, o Instituto Federal do Paraná vem fazendo um trabalho que orgulha a nós, brasileiros. Ouvimos muito falar que é por intermédio da educação que vamos fazer com que a Nação, com que o País desenvolva, cresça e que sonhe com um futuro melhor para nossos filhos. Mas, percebemos que durante muitos anos isto ficou só no discurso. Agora, vemos com felicidade o Governo Federal investindo, buscando a capacitação do Governo Brasileiro, por intermédio desta Instituição tão querida, que é o Instituto Federal do Paraná.

 O que me traz a esta Tribuna, Senhor Presidente e Senhores Deputados, é para falar de um dia especial, hoje. Um doa especial, um dia comemorativo, a aproximadamente 300 mil brasileiros.

 Hoje comemoramos o Dia Internacional da Síndrome de Down. Então, sem dúvida nenhuma, um dia importantíssimo, uma data que realmente temos que registrar. Quero lembrar aos companheiros que aproximadamente a cada setecentos partos no Brasil nasce uma criança com Síndrome de Down e que no nosso país, no Brasil, eles são um contingente aproximado de trezentas mil pessoas.

 Quando a caracterização genética da Síndrome de Down foi descoberta, a expectativa de vida deles era de apenas quinze anos. Hoje, com tratamentos adequados, eles chegam a viver até setenta anos, tendo uma vida normal no seu dia a dia.

 A Síndrome de Down foi descrita em 1866 por John Langdon Down. Essa alteração genética afeta o desenvolvimento do indivíduo determinando algumas características físicas e cognitivas. A maioria da pessoas com Síndrome de Down apresenta a denominada trissomia 21 simples. Isso significa que um cromossomo extra está presente em todas as células do organismo devido a um erro na separação dos cromossomos 21 em uma das células dos pais. O tratamento e o respeito com os portadores da Síndrome de Down vêm melhorando, nos últimos anos, no nosso país. Se observarmos, cada vez mais o Governo e a sociedade estão fazendo com que os portadores dessa síndrome estejam incluídos na sociedade. No entanto, entendo eu que temos que acabar com qualquer tipo de discriminação. Precisamos, cada vez mais, abrir espaço na sociedade, no trabalho e na escola para que eles tenham realmente uma vida normal, plenamente autônoma e que sejam tratados dignamente e estimulados a desenvolver todas as suas potencialidades.

 Enfim, Senhores Deputados, um mundo onde todos possam realmente ser iguais no seu dia a dia.

 Quero aproveitar esta oportunidade para agradecer a todos os profissionais envolvidos nesta questão. Profissionais que tratam com carinho os especiais deste país, profissionais que trabalham nas escolas especiais, que trabalham nas APAEs, que sem dúvida nenhuma fazem um brilhante trabalho. Quero dizer aos Senhores e às Senhoras Deputadas que subi nesta Tribuna para fazer este pronunciamento em homenagem a todos os downs e em especial a uma amiga, a Senhora Silvia Letícia da Rosa, da nossa cidade de Planalto, mãe do Pedrinho, que é uma criança especial, muito amada, que traz muita alegria  ao seu lar e aos seus familiares.

 Obrigado Senhores deputados, obrigados Senhoras Deputadas, e realmente é uma data muito importante.

 

Pronunciamento Deputado Nelson Luersen dia 14.03.2012

DEPUTADO NELSON LUERSEN: Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados. Venho até esta Tribuna nesta tarde para tratar de um assunto de suma importância. Nas andanças que temos feito pelo Sudoeste do Paraná  e também  em outras regiões temos sido cobrados por agricultores, por produtores rurais, que nos últimos anos aumentaram muito sua produtividade, que investiram na construção de aviários , em chiqueirões , na ordenha do leite no dia a dia   e que sofrem hoje com o problema da falta de energia elétrica de qualidade na propriedade rural. Hoje temos o problema sério que é a queda de  energia , temos o problema sério dos motores  que muitas vezes acabam queimando por essa energia não ser de qualidade. Soubemos que tanto o Governo Estadual no passado, como o Governo Federal investiu muito no Programa” Luz para Todos”. São mais de 14 milhões de Brasileiros que foram beneficiados nos últimos anos e que fizeram com que o homem do campo tivesse a oportunidade de ter a energia elétrica. Inclusive ficamos felizes nos últimos dias quando a ANEEL confirmou o subsidio na energia elétrica para todos os produtores rurais. O que buscamos é uma energia de qualidade de que forma?  Temos hoje a energia monofásica que foi instalada no passado, uma energia que com certeza beneficiou e muito os nossos produtores rurais. Mas quando instalada, era uma energia que visava levar a iluminação para residências, para os galpões, as famílias naquele momento tinham poucos equipamentos elétricos e assim por diante. Hoje temos necessidade de uma luz trifásica. E vendo os orçamentos que se fez para o fornecimento dessa energia trifásica, nós percebemos que esses valores são exorbitantes. Fiz uma consulta à COPEL para ver da possibilidade da COPEL subsidiar uma parte dessa energia que seria levada para o homem do campo, para ele melhorar o seu trabalho, no dia a dia. Uma luz de qualidade que iria facilitar a vida de todos os produtores fazendo com  que o homem do campo, além de economizar energia, tivesse, sim, a expectativa de  aumentar a produtividade. Mas, ao mesmo tempo, nós que lutamos tanto para a COPEL ficar sob o domínio do Governo do Estado do Paraná, penso que precisamos sim, fazer esse trabalho, levar uma energia de qualidade para o nosso produtor rural subsidiada. Fazer com que o produtor rural que esteja lá no campo aumente a sua produtividade, produza mais alimento, gere mais riqueza, mais emprego para o País.

           Quero  registrar esse meu pedido  e pedir o apoio de todos os parlamentares, senhores deputados. Também vou estar conversando com o Governador Beto Richa e pedir o seu apoio para que ele interceda e faça um grande programa, para fazer com que o produtor rural tenha essa condição de produzir mais, gerando mais riqueza para o Estado do Paraná. 

          Também, outro assunto que me traz à Tribuna, Sr. Presidente, é um assunto importantíssimo, um projeto que apresentei há alguns meses,  nesta Casa. Esse projeto de lei está tramitando, inclusive penso que deve estar indo para a CCJ, nos próximos dias, que é um projeto que visa fazer com que a SANEPAR e as empresas que fornecem água, neste Estado, façam a coleta do esgoto, das fossas sépticas do nosso Estado.

         Hoje, como vocês sabem, aproximadamente 40%  dos paranaenses ainda não têm coleta de esgoto nas suas residências. A SANEPAR que coleta e fornece a água - como disse o Nobre Deputado, inclusive, com o aumento acima da inflação nos últimos -, ela tem a obrigação de fazer a coleta do esgoto.Temos problemas sérios de fossas que estão transbordando, de fossas que trazem mosquitos, que trazem contaminação, que fazem com que a residência muitas vezes seja um local de proliferação de mosquitos. Isso precisa realmente  terminar.

        Então, nada mais justo, que tenhamos um projeto dessa natureza, um projeto que faça com que a SANEPAR tenha implantada uma logística com caminhões pipas aonde não tem rede coletora de esgoto. Gostaríamos que tivéssemos rede coletora de esgoto em todas as residências, mas, infelizmente, como não temos, que a SANEPAR pensasse, elaborasse um plano, um projeto, uma logística para fazer o esvaziamento das fossas do Estado do Paraná. Que se trabalhe junto às residências, que se faça um cadastro, que se tenha um disque fossa, onde o cidadão pague um preço razoável para fazer a coleta do chorume, da fossa que está transbordando e levar esse chorume até o local correto, com destinação correta, ou seja, para a estação de tratamento mais próxima, para que possamos devolver a água ao meio ambiente. Porque a situação é gravíssima.

          Peço o apoio mais uma vez dos Nobres Deputados para esse projeto que está tramitando na CCJ, que tenhamos êxito e possamos, juntamente, com a Sanepar, prestar esse serviço que é essencial para a população paranaense.

       Ontem ouvi aqui, no Plenário, vários deputados se pronunciarem quanto ao pedágio no Paraná e o Parecer do Tribunal de Contas da União e, também, o Parecer do Tribunal de Contas do Estado, dizendo que o pedágio precisaria de uma redução para se enquadrar, de 22%. Penso que a redução teria que ser bem maior que 22%. Por que é inconcebível o que estamos pagando por um pedágio inoperante, por rodovias de terceiro mundo, não são rodovias de primeiro mundo. Por verdadeiros carreadores de preá,  como se diz lá no interior,  e  o setor produtivo  deste Estado não aguenta mais. Quando você utiliza uma rodovia esporadicamente, faz um passeio, não tem  problema pagar um pedágio como está hoje. Mas aquele cidadão que usa diariamente, costumeiramente, esse está sendo penalizado. Espero, realmente, que possamos até que enfim trazer uma solução para esse problema.

O Tribunal de Contas da União  foi muito feliz no seu relatório, dizendo que é um absurdo, uma vergonha, que as empresas Concessionárias de Pedágio estão assaltando o povo Paranaense  e nós estamos aguardando algo que não acontecesse. Cabe a nós, deputados,  cabe ao Governo, cabe à Justiça  do Paraná e do Brasil tomar uma providência para que se enquadre as Concessionárias e que tenhamos taxas justas, para que possamos ter as duplicações prometidas e que possamos  ter as melhorias nas rodovias.

            No trecho de Guarapuava, há poucos dias atrás, ficamos uma hora e meia aguardando devido a um acidente que ocorreu. Ocorreu o acidente por falta de terceira pista, por falta de  uma rodovia duplicada, por falta de investimentos e são muitas vidas  que estão sendo ceifadas e que estamos perdendo  no Estado do Paraná,  devido a situação das rodovias que não oferecem  condições  como se deve. Concordo que se cobre o pedágio,  uma taxa justa, uma taxa que seja cabível ao povo, mas que se façam as obras prometidas. Não dá  para continuarmos como estamos vivendo no dia de hoje.

            Parabéns ao Tribunal de Contas da  União, parabéns  ao Tribunal de Contas do Estado do Paraná que levantou esses dados. Cabe aos Parlamentares, ao Executivo e ao Judiciário tomar medidas para que possamos   ter uma  taxa mais justa no pedágio, nas estradas do Paraná.

  

Discurso do Deputado Nelson Luersen no dia 28/11/2011.

 

  Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados. Venho a essa Tribuna, primeiramente quero me somar a minha Deputada Rose Litro. Parabenizar  o Governador Beto Richa pela implantação do curso de medicina na Região Sudoeste do Paraná. Região esta que tem em torno de 600 mil habitantes e era uma das únicas regiões do nosso Estado onde não tínhamos nenhum curso de medicina, nem publico e nem privado. Com a extensão do curso da Unioeste de Cascavel. Tivemos esse sonho realizado. Um curso que vai ajudar a trazer profissionais da área de saúde para a Região. O Governador Beto Richa sensível com essa questão viu a necessidade de trazer o curso para somar ao Hospital Regional, somar aos profissionais da Região e fazer com que tenhamos a medicina implantada na Região. Só tenho uma preocupação quanto a isso, soubemos que o nosso Estado do Paraná é um dos Estados que mais investe no ensino superior. E ficamos tristes em ver que, quando acontecer o vestibular na Unioeste em Francisco Beltrão no curso de medicina, temos certeza que vamos ter no mínimo de 15 a 20 estudantes do Estado de São Paulo, Rio de Janeiro ocupando vagas, neste curso que custa tão caro para o nosso Estado. Sei que a Lei não nos permite fazer uma separação de quem é do Estado e quem não é. Mas acredito que deveríamos dar prioridade para os alunos que cursam o ensino médio nas escolas paranaenses para que freqüentassem a Escola Estadual do Estado do Paraná, que é custeada pelo nosso Estado.

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